A Lunática

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Belém, Pará, Brazil
Nutricionista. Canta por aí. Escreve sobre o que vë, ouve e imagina. Ela é aquariana, rapaz uma eterna colecionadoras de momentos e de pessoas. Inconstante e com uma personalidade gigante assim como o mar. A diferença é que ela vai, mas não volta.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Eu Busco o Melhor Através De...



Autor do Texto e Seleção de Imagem: Sávio Batista


BEM, à convite da Ilustre Srta Jeito Lunático, é com muita honra que venho aqui tentar passar alguma mensagem, algum pensamento dos muitos que tenho. Às vezes passo por situações que se repetem várias vezes, e que, em uma certa repetição, me veio uma luz e pensei, mude sua atitude, o que vou falar não é uma história específica, mas, todos um dia já passaram por isso. 

O que é uma atitude? Existem vários sinônimos para esta palavra como: jeito, modo, maneira, estilo, costume... Pra mim é muito mais que isso. Atitudes vão além das palavras e são mais do que ações. Você já deve ter passado por certas situações em que você pensa: "Olha eu aqui de novo, passando por isso de novo..." 

O ponto onde quero chegar é: Olhe ao seu redor, olhe seu comportamento, você é feliz com as atitudes que toma? Sempre cito a seguinte frase “Tudo pode melhorar” e já li em algum status que se você quer mudar, comece pelas suas atitudes, às vezes não precisamos mudar apenas melhorar... 

Às vezes entro em contradição quando sei o que fazer, mas faço o contrário do que seria o certo, mas o que é o certo? Às vezes o que falo não faz muito sentido para os outros, mas pra mim tudo tem um sentido... Deve ser esse meu “Jeito Lunático” (momento trocadilho). 

Eu busco o que há de melhor em mim, tento buscar o que há de melhor nos outros que estão ao meu redor, e que eu sinto que se importam comigo, o que são POUQUISSIMOS. 

E o que é melhor? São as atitudes! Se você não é tão feliz quanto gostaria, comece melhorando suas atitudes! É essa a mensagem que quero passar, embora às vezes, eu mesmo não faça isso, e eu já entrando em contradição de novo.

Esse texto faz parte das minhas reflexões, de minha conversa comigo mesmo.
Pra finalizar, deixo a pergunta, pra complicar ainda mais: COMO VC BUSCA O SEU MELHOR? 

Eu ainda não cheguei à uma conclusão. 


 Meu amigo Sávio Batista, 
Leitor e seguidor deste Blog, hoje você está aqui como autor e não deixou a desejar. 
Obrigada por ter aceito o convite, sua postagem ficou linda! 
Obrigada. Mesmo!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Carta Fechada Para Caras Como Ele

Caro Senhor, segundo Antoine de Saint-Exupéry, você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa. Cadê sua responsabilidade por mim e por todos essas pessoas que lêem seus textos e que encontram neles respostas para perguntas muitas vezes sem respostas? Se não gostas de exposição, a internet não foi uma feliz escolha para você. Imagino como deve ser tediante vários e-mails, vários comentários no Face e Twitter pedindo um pouco da sua atenção, perdoe minha falta de tato se eu estiver enganada, mas é o que parece, você releu as respostas das suas 10 Perguntas +? Meu Deus! Aquilo foi tão decepcionante! Houve tantas contradições.

Se você não pode ler os outros aspirantes a escritores e escritores como então explicar o texto de L.S. Ou será que o super ego falou mais alto, afinal é um texto sobre você. E o que é aquilo de "Guru"? Você escreve texto sobres as mulheres, o que você queria? É claro que elas vão se identificar. Certa vez li uma entrevista sua na qual você dizia que o universo feminino sempre esteve presente em sua vida, que sempre o fascinou. Para uma pessoa que está tão focado nesse tema cheio de buscas incessantes, você deveria estar ciente que algumas mulheres viriam em você uma especie de conselheiro sentimental sim. Quer saber? Se essa pergunta se tornou comum em suas entrevistas é sinal que alguém ta entendendo tudo errado. Agora resta saber se somos nós suas leitoras ou você, com seu rico conhecimento feminino

Sei lá, não é que eu tenha esperado um "Eu te amo" de você, mas até que você parecia ser uma cara legal e na verdade não.  Caras como eu. Rá. Isso não existe. Vamos imaginar? Você agora é o leitor. Caio F. A. ainda vive e você gostaria que ele lê-se seus textos, tudo bem, não precisa ser todos, apenas um. E então ele lê. E acha legal, acha bacana, caras como você escrevem bem, tocante e então? Vai dizer que não gostaria que ele lhe desse um "Oi"? Se disser que não (Ram!), olha a mentira. Tudo bem vai, não te conheço e esse pode ser um atrevimento indesculpável da minha parte, mas sou sua leitora e gosto dos seus textos, mas infelizmente aprendi algo com a sua falta de consideração pelas fãs como eu, aprendi que não gosto nenhum pouco da sua personalidade. Ah! E você tem que parar de achar que toda leitora quer namorar com você só pelo simples fato delas parecerem leitoras neuróticas, carentes por um homem que só existe até a última linha de cada texto seu.

Você pode não tá nem aí, mas nós estamos pra você. Um Oi e um Obrigada de vez em quando não vai te matar. Eu prometo. E não acredito que um cara que é fã da música Sentimental dos Los Hermanos não tenha sentimento por seus leitores. Você precisa da gente. Nós precisamos de você. Eu preciso de você. Quando você ficou doente, sem colocar nenhum texto no seu site, diz pra mim que você não viu pessoas preocupadas com seu sumiço e felizes com seu retorno? Eu sinto muito por escrever aqui o que sinto, acho. Você pode nem ter lido. Ou não. Pode não tá nem aí mesmo. Ou não. Pode fazer mais pessoas felizes. Ou não. Não se preocupe, não vou esperar resposta. Ou posso esperar sim. Um desaforo. Um "você é uma leitora neurótica". Ah. Tanto faz. Ou quem sabe: Obrigada por se importar! [Eu sei não é assim, mas deixa eu fingir e rir lá lá lá]. Você é melhor que isso.

Anda vai. Pra você: Um Beijo na testa.
Se cuida.
E desculpa. =)

Texto de Dheysse Lima
Com a colaboração da minha amiga querida Kamila Yasmin

sábado, 5 de novembro de 2011

Vai Lá


Chega. Cansei. Isso tudo passou da conta. Erros seguem de acertos, vou tentar acertar dessa vez. Você conseguiu: Ultrapassou todas as barreiras impostas, me estendeu a mão, pediu que eu segurasse com força, me tirou do estado "super protegido" e assegurou que me protegeria. Engraçado porque realmente acreditei. Engraçado pra você, como se sente agora? Melhor? Mais homem? Pelo menos você não pode dizer que foi tão fácil, só me pergunto pra que lutar tanto se no final você me devolveria pro mesmo lugar de onde me tirou. E aqui estou eu mais uma vez com aquela sensação de frieza e repulsa por desculpas sem fundamentos.

Vai lá. Tudo bem. Não é porque tô colocando pra fora da minha vida o cara que "ia-me-proteger-de-tudo" que não posso me cuidar sozinha. Não vou ficar horas e horas falando não. Antes de tudo você foi meu amigo, parceiro, confidente. Então já conhece meu jeitão. Segura de mim mesma. Inatingível. Então sai. Não vou perdoar. Brincamos de sinceridade. Mais uma vez. Amanhã é outro dia. Novas emoções. E não vem com aquele de papo de preocupação instantânea pra impressionar, seu tempo pra me impressionar da forma correta acabou, meio que evaporou. Atitudes impensadas. Vai, aprende a conviver com sua culpa do lado de lá. E não volta pra me contar como é não, se você consegue se destruir em 24 hs também consegue sobreviver ao seu caos de personalidade. Boa sorte!


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Eu escrevo Pecados. Não Tragédias!

Saudade é sentimento? Sinto saudade. Nada mais. Apenas saudade.

Você observa, tenta ver as coisas de fora. Pensa e repensa. Pensa principalmente sobre como foi que chegamos até aqui? Nessa maldito silêncio perturbador e irritante. Orgulho que não se acaba, que não se destrói, que apenas nos destrói por dentro e por fora. Então por conseqüência de dias arrastados e silenciosos vem o costume da ausência, da perda dos diálogos engraçados. Até que finalmente nos reste o cruzar nos corredores como dois desconhecidos. Sem passado pra ser lembrado.

E a pergunta ressoa em alto. Mais uma vez: Como foi que chegamos até aqui? Pergunta sem resposta. Não há alguém interessado que deseje responder. E se há, parece estar tão fora de alcance, vivendo em um outro mundo distante do que vivemos. Essa abstinência insiste em não passar. Os reencontros precedidos de ansiedades já não são o suficiente pra retomar qualquer sentimento. De tudo ficou a ausência. Sempre a ausência. E claro, esses desencontros premeditados.

Tragédia chata, sem aplausos e sem mais vontade de encenar uma peça já ensaiada tantas vezes pelo mesmo ator. As falas já são batidas, não existe mais qualquer emoção a não ser para o seu próprio público de garotas figurantes cujo os rostos nunca são lembrados na manhã seguinte. Entende porque a última decisão é sempre se afastar? Sair de cena? Cada gesto idiota, impensado e absurdo contribuiu pra que todos os sentimentos morressem aos pouquinhos... Um por Um... E no final de todo esse espetáculo sobra apenas o teatro em silêncio e essa saudade.





sábado, 10 de setembro de 2011

Entre o Real e o Abstrato

Sou louca. No bom sentido. Tenho uma imaginação que trabalha involuntariamente e descontrolavelmente. Já mudei tanto, Mas tenho medo de tantas mudanças. Se me importo com a opinião das pessoas? Sim! Claro! Dependendo de quem está opinando e sobre o quê está opinando. Exijo qualidade e confiança da pessoa em questão! Tenho esse gênio forte, difícil, teimoso, desastrado e de vez em quando irrevogável quando toma decisões mesmo que precipitadas. Sou sincera. Exijo sinceridade igual. Não perdoo e nem aturo falsidade, deslealdade. E mentira. Busco ser uma amiga presente, animada e ouvinte. Não me prendo muito ao passado. Acredito: O que eu fui ontem e anteontem já é memória, escada vencida degrau por degrau. Conto sempre com o que eu sou neste momento, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro. Sempre aqui.

Tento ser, mas nem sempre sou forte, alegre, tenho fraquezas e de verdade concorde comigo: - Quem não tem? Superar derrotas e decepções é um aprendizado constante e acredite: Nem em uma vida toda estamos realmente preparados. Esse tempo de recuperação é muito relativo, pode durar anos, meses, semanas, mas só cada um sabe realmente quando está pronto pra seguir adiante. Trabalho minha mente e meu mundo nos mínimos detalhes. Faço o que posso, luto contra qualquer surpresa imposta pela vida. Sei. É inútil não é? Lutar contra a vida. Quem conseguiria? Mas como disse, faço o que posso. Sabe, me falaram uma vez e eu não acreditei que fosse verdade, mas TUDO passa. E pode confiar, passa mesmo. Palavra de escoteiro, se eu estiver mentindo pode me mandar um e-mail reclamando.

Lulu Santos já dizia: "Eu acho tão bonito isso de ser abstrato, beibe!" E quer saber? Concordo plenamente! Sei que a realidade é fascinante e surpreendente, mas fico com o abstrato. Meu abstrato! E sou feliz! E se só eu entender já vale a pena me sentir assim!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Descumprindo Promessas

Você aí, que chegou sem querer e sem que eu quisesse... Que chegou sem pedir licença e saiu sem dizer tchau... Que tanto fez-se presente, mesmo que virtualmente, e cuja presença permanece, ainda que inconsistente...Você, a quem eu só queria esquecer, mas que, quanto mais eu tento esquecer, mais faço ter motivo pra lembrar... Você, que me exigia motivos, enquanto eu só via possibilidades... Você, que me estampava sorrisos, quando na verdade mais razoáveis pareciam as lágrimas... Você, que me restabeleceu o equilíbrio e me fez sonhar sem dormir... Você, que depois me tirou o equilíbrio e me trouxe de volta à realidade... Eu não precisava dar mil razões para que tivesse certeza de que vc poderia ser amado por mim... Ou melhor, não poderia. Mas era.

Ei você, que sabe bem quem é, mas que não vai saber que, mais uma vez, descumpri a promessa que fiz... A promessa que fiz pra mim, não pra você. A promessa de não mais escrever. Não mais escrever pra você. Agora, só pra mim. Ainda precisa perguntar por quê?