A Lunática

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Belém, Pará, Brazil
Nutricionista. Canta por aí. Escreve sobre o que vë, ouve e imagina. Ela é aquariana, rapaz uma eterna colecionadoras de momentos e de pessoas. Inconstante e com uma personalidade gigante assim como o mar. A diferença é que ela vai, mas não volta.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Eu Busco o Melhor Através De...



Autor do Texto e Seleção de Imagem: Sávio Batista


BEM, à convite da Ilustre Srta Jeito Lunático, é com muita honra que venho aqui tentar passar alguma mensagem, algum pensamento dos muitos que tenho. Às vezes passo por situações que se repetem várias vezes, e que, em uma certa repetição, me veio uma luz e pensei, mude sua atitude, o que vou falar não é uma história específica, mas, todos um dia já passaram por isso. 

O que é uma atitude? Existem vários sinônimos para esta palavra como: jeito, modo, maneira, estilo, costume... Pra mim é muito mais que isso. Atitudes vão além das palavras e são mais do que ações. Você já deve ter passado por certas situações em que você pensa: "Olha eu aqui de novo, passando por isso de novo..." 

O ponto onde quero chegar é: Olhe ao seu redor, olhe seu comportamento, você é feliz com as atitudes que toma? Sempre cito a seguinte frase “Tudo pode melhorar” e já li em algum status que se você quer mudar, comece pelas suas atitudes, às vezes não precisamos mudar apenas melhorar... 

Às vezes entro em contradição quando sei o que fazer, mas faço o contrário do que seria o certo, mas o que é o certo? Às vezes o que falo não faz muito sentido para os outros, mas pra mim tudo tem um sentido... Deve ser esse meu “Jeito Lunático” (momento trocadilho). 

Eu busco o que há de melhor em mim, tento buscar o que há de melhor nos outros que estão ao meu redor, e que eu sinto que se importam comigo, o que são POUQUISSIMOS. 

E o que é melhor? São as atitudes! Se você não é tão feliz quanto gostaria, comece melhorando suas atitudes! É essa a mensagem que quero passar, embora às vezes, eu mesmo não faça isso, e eu já entrando em contradição de novo.

Esse texto faz parte das minhas reflexões, de minha conversa comigo mesmo.
Pra finalizar, deixo a pergunta, pra complicar ainda mais: COMO VC BUSCA O SEU MELHOR? 

Eu ainda não cheguei à uma conclusão. 


 Meu amigo Sávio Batista, 
Leitor e seguidor deste Blog, hoje você está aqui como autor e não deixou a desejar. 
Obrigada por ter aceito o convite, sua postagem ficou linda! 
Obrigada. Mesmo!

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Não Existe a Hora Certa de Partir

Preciso ir embora, eu sei. Não simplesmente fugir. Preciso da liberdade, da sinceridade espontânea nos nossos sorrisos que só querem viajar: sem lar, sem comida, sem porquê – carregando uma lembrança que ora chamamos de amor, ora de dor. Sim, estou errando. Errando como nunca pude acertar antes, acredito. Não acredito em cartomantes, ciganos, astrologia, nem destino, não é nada disso. Esse zum zum zum no nosso ouvido e esse tum tum tum no nosso coração é só o medo de ir embora, não é nenhuma profecia de que as coisas vão dar certo ou errado.

Tenho vivido de uma paciência que nunca tive, acreditando no sentido fiel da palavra de verdade. Acho que é porque ouço o Vento soprando e o Tempo passando rápido demais, sentindo que uma hora ou outra eles levam a gente sem a necessidade de se encontrar, aí então sem pressa de um dia ter que voltar. O que me doeu mesmo foi ver que uma coisa tão pequena se fez parte decisiva para ir transformando aos poucos aquela coisa enorme, que de tão grande a gente nem chamava mais de amor, que de tão grande ocupou tudo a nossa volta, e me deixou completamente vazia no final de todas as contas.

O que eu sinto neste momento não é a espera de um futuro melhor nem a ilusão de o tempo levar tudo embora. Eu simplesmente guardo uma boa lembrança de você e respiro uma vontade saudável de cuidar melhor de mim mesmo. Aprendi que a vida é uma pancadaria injusta, mas meio malandra e mágica também: sempre há como tirar uma carta da manga, mesmo perdendo o jogo. Não vou chorar nem nada desta vez. Eu tenho que ir agora. Não, não dá. Sério. Tudo bem.

[Autor: Lucas Simões]

[Fragmentos do texto Não Existe a Hora Certa de Partir, Outro Modo e Às Vezes Nunca]


quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Carta Fechada Para Caras Como Ele

Caro Senhor, segundo Antoine de Saint-Exupéry, você se torna eternamente responsável por aquilo que cativa. Cadê sua responsabilidade por mim e por todos essas pessoas que lêem seus textos e que encontram neles respostas para perguntas muitas vezes sem respostas? Se não gostas de exposição, a internet não foi uma feliz escolha para você. Imagino como deve ser tediante vários e-mails, vários comentários no Face e Twitter pedindo um pouco da sua atenção, perdoe minha falta de tato se eu estiver enganada, mas é o que parece, você releu as respostas das suas 10 Perguntas +? Meu Deus! Aquilo foi tão decepcionante! Houve tantas contradições.

Se você não pode ler os outros aspirantes a escritores e escritores como então explicar o texto de L.S. Ou será que o super ego falou mais alto, afinal é um texto sobre você. E o que é aquilo de "Guru"? Você escreve texto sobres as mulheres, o que você queria? É claro que elas vão se identificar. Certa vez li uma entrevista sua na qual você dizia que o universo feminino sempre esteve presente em sua vida, que sempre o fascinou. Para uma pessoa que está tão focado nesse tema cheio de buscas incessantes, você deveria estar ciente que algumas mulheres viriam em você uma especie de conselheiro sentimental sim. Quer saber? Se essa pergunta se tornou comum em suas entrevistas é sinal que alguém ta entendendo tudo errado. Agora resta saber se somos nós suas leitoras ou você, com seu rico conhecimento feminino

Sei lá, não é que eu tenha esperado um "Eu te amo" de você, mas até que você parecia ser uma cara legal e na verdade não.  Caras como eu. Rá. Isso não existe. Vamos imaginar? Você agora é o leitor. Caio F. A. ainda vive e você gostaria que ele lê-se seus textos, tudo bem, não precisa ser todos, apenas um. E então ele lê. E acha legal, acha bacana, caras como você escrevem bem, tocante e então? Vai dizer que não gostaria que ele lhe desse um "Oi"? Se disser que não (Ram!), olha a mentira. Tudo bem vai, não te conheço e esse pode ser um atrevimento indesculpável da minha parte, mas sou sua leitora e gosto dos seus textos, mas infelizmente aprendi algo com a sua falta de consideração pelas fãs como eu, aprendi que não gosto nenhum pouco da sua personalidade. Ah! E você tem que parar de achar que toda leitora quer namorar com você só pelo simples fato delas parecerem leitoras neuróticas, carentes por um homem que só existe até a última linha de cada texto seu.

Você pode não tá nem aí, mas nós estamos pra você. Um Oi e um Obrigada de vez em quando não vai te matar. Eu prometo. E não acredito que um cara que é fã da música Sentimental dos Los Hermanos não tenha sentimento por seus leitores. Você precisa da gente. Nós precisamos de você. Eu preciso de você. Quando você ficou doente, sem colocar nenhum texto no seu site, diz pra mim que você não viu pessoas preocupadas com seu sumiço e felizes com seu retorno? Eu sinto muito por escrever aqui o que sinto, acho. Você pode nem ter lido. Ou não. Pode não tá nem aí mesmo. Ou não. Pode fazer mais pessoas felizes. Ou não. Não se preocupe, não vou esperar resposta. Ou posso esperar sim. Um desaforo. Um "você é uma leitora neurótica". Ah. Tanto faz. Ou quem sabe: Obrigada por se importar! [Eu sei não é assim, mas deixa eu fingir e rir lá lá lá]. Você é melhor que isso.

Anda vai. Pra você: Um Beijo na testa.
Se cuida.
E desculpa. =)

Texto de Dheysse Lima
Com a colaboração da minha amiga querida Kamila Yasmin

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Carta Aberta para Gabito Nunes

Texto Aprovado pra Publicação pelo Próprio Lucas Simões

CARTA ABERTA PARA GABITO NUNES
Por Lucas Simões

Novembro, quase verão de um ano ruim. É com uma alegria que nem tenho agora que venho te escrever. Acho que convenço, então não pare de ler. De uma forma ou de outra, você me fez acreditar que aquela manhã seguinte realmente sempre chega e que uma garota viciada em café pode sim valer a pena, contando que toque a música certa, ainda que seja a hora errada. Dei play no seu JunkeBox e reli o seu texto mais bonito. "Vício, samba e tu". Uma expressão que carrega sinceridade dentro de um amor inevitável e sem razão. Uma coisa rara e antiga, eu diria. Um sentimento compreensível de poder dar certo ao sair de cima do muro e encarar o que for ou ficar.

Acho que é isso. Você trouxe mais vontade às pessoas de matar ou morrer. À sua maneira, acrescentou ao século XXI um amor um pouco mais honesto e largado de pontuações, dentro de relações crônicas e diárias de perdas, danos e recomeços apaixonantes. All My Loving, baby. Acho que faltava mesmo isso para uma pequena geração desconexa que cresceu sem gosto pela literatura, obrigada à José de Alencar e Guimarães Rosa, os gênios de calhamaços incompreensíveis para aquela molecada de quatorze anos de idade, que achava que amor estava na dificuldade de entender um parágrafo ou no olhar indiferente de uma menina mascando chiclete em câmera lenta. Vê só, hoje essa mesma turma abre as redes sociais pra ler poesia, cara. Compra livro produzido em blog e nem tem tanto apreço mais pelas babaquices da MTV. Tempos modernos e coisas boas.

Toca "Silent Sigh – Badyl Drawn Boy". Acho que é uma das canções que te fizeram pegar uma cerveja na geladeira e ficar olhando sem pressa aquela menina esparramada na tua cama: usando uma blusa estampada com a língua dos Stones abaixo do joelho, só de calcinha e com as pernas cruzadas pra cima. Como é que você diz mesmo nessa hora? "Eu vou querer um romance, sem gelo por favor". Sempre achei a felicidade muito sexual, presa dentro de quatro paredes na companhia de alguém que te arranca um sorriso à toa. Amor é outra coisa, claro. Às vezes você encontra escondido bem embaixo dos lençóis depois do êxtase. Às vezes você continua procurando. Nunca se sabe.

Nunca fui a Porto Alegre e não sei como o sol nasce por cima dos pampas gaúchos. Prefiro imaginar que é um retrato bonito, com uma moça envolvente rindo de lado na ponta da foto atrás de um extenso verde que se perde dentro da nossa cabeça de tanto olhar. A beleza está nos olhos de quem vê e tudo fica um pouco mais bonito e atormentador quando a gente sabe que não tem todo o tempo do mundo para se arrepender do que não foi. Quantas pessoas você amou até agora? Dá tempo ainda? Sei que você está doente. Assim como a maior parte da população. "Todo mundo é parecido quando sente dor", o Frejat cantou.

Porra nenhuma, porque não foi você que estava deitado naquela cama de hospital cheio de agulhas e exames negativos medindo sua fé para os próximos anos. Sei o que você está pensando. Não tem Ana nem qualquer outra mulher no mundo que invente rimas capazes de te arrancar um suspiro crente numa hora dessas. Escuta "Come Here – Kath Bloom" que você vai entender a situação para não fazer esses paralelos assim mais. Acredito que as crianças na Etiópia morrendo de fome não fazem mesmo diferença diante do nosso egoísmo necessário de esmiuçar a própria fraqueza. Dor a gente não compara. Cada um sente a sua e sorte de quem achar um alguém pra compartilhar e poder segurar as pontas junto.

A música que eu tenho para você é "Don't Look Back Anger – Oasis", um desfecho para as horas de desânimo ou sei lá. Qualquer pessoa pode salvar o seu próprio mundo com isso rolando no som do carro, olhando as faixas amarelas-paralelas a cento e vinte quilômetros por hora na estrada. Não se perca, não se esqueça, não pare e não tenha pressa porque as coisas vão chegar logo – você já disse isso antes. O amanhã vem, não solta essa mão. Um aceno de longe e fica com Deus, esse canalha paizão. Ele existe em algum lugar, não precisa acreditar. Só saber. Abre um sorriso, que é assim que se põe fé nas próximas topadas desonestas da vida.

Essa Texto nasceu a partir dessa Carta Aqui

 

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Entre a Minha e Outras vidas


Já passei tanta coisa nessa minha vida: Enfrentar um câncer aos 17 anos, quase perder a visão aos 18.
Não é qualquer intenção de me ferir, machucar, me colocar pra baixo que consegue êxito, isso pra mim é pouco, já disse aqui uma vez e repito: Tenho uma amor própio suficientemente enorme. Tenho uma família maravilhosa, meus amigos então nem se fala são irmãos e irmãs que acolhi em meu coração. Amo o que faço. Nutrição tem se tornado cada dia mais importante pra mim. Depois da Nutrição, o Inglês e a Escrita são minhas paixões. E sabe o que é engraçado de tudo? É que ainda existem pessoas tão pequenas nesse mundo, pessoas que  não param pra construir sua própria felicidade, insistem em tentar (sem êxito) viver a vida do outro.

E isso não é o mais triste. Sofrimento verdadeiro nos olhos de pessoas doentes, desenganadas que dariam qualquer valor (e não falo de dinheiro) pra poder ser uma pessoa saudável com expectativa de vida futura pra correr atrás da realização de seus sonhos enquanto você aí tendo como sua máxima preocupação falar de uma vida que não é sua. Isso sim é triste.

Com tudo que vivi e vi em hospitais aprendi que a valorização da vida e dos momentos que podemos viver são tesouros valiosíssimos e é por isso que sempre busco gastar meu tempo com minha familia ou meus amigos fazendo tudo que gosto. Tenho 21 anos e já vivi muita coisa e espero poder viver bem mais! E você cuja a preocupação  máxima consiste em se importar com  vida alheia e que parece não ter algo mais útil pra fazer do seu tempo, você deveria tirar apenas alguns minutos desse seu tempo interessante e valioso pra visitar alguns hospitais e de preferência os oncológicos dessa forma você entenderia porque atitudes tão mesquinhas são de um todo insignificantes pra mim.

Não desejo sorte.
O êxito desejo apenas  pra quem estar preparado e você? Você definitivamente não está.

Boa Sorte!



[... E quando você vê o seu cabelo lindo caindo por uma quimioterapia e sem ficar nem na altura do ombro é quando você tem a certeza que nem a vaidade importa mais e sim o que se sente e o que se aprende com tudo que viveu...]

sábado, 5 de novembro de 2011

Vai Lá


Chega. Cansei. Isso tudo passou da conta. Erros seguem de acertos, vou tentar acertar dessa vez. Você conseguiu: Ultrapassou todas as barreiras impostas, me estendeu a mão, pediu que eu segurasse com força, me tirou do estado "super protegido" e assegurou que me protegeria. Engraçado porque realmente acreditei. Engraçado pra você, como se sente agora? Melhor? Mais homem? Pelo menos você não pode dizer que foi tão fácil, só me pergunto pra que lutar tanto se no final você me devolveria pro mesmo lugar de onde me tirou. E aqui estou eu mais uma vez com aquela sensação de frieza e repulsa por desculpas sem fundamentos.

Vai lá. Tudo bem. Não é porque tô colocando pra fora da minha vida o cara que "ia-me-proteger-de-tudo" que não posso me cuidar sozinha. Não vou ficar horas e horas falando não. Antes de tudo você foi meu amigo, parceiro, confidente. Então já conhece meu jeitão. Segura de mim mesma. Inatingível. Então sai. Não vou perdoar. Brincamos de sinceridade. Mais uma vez. Amanhã é outro dia. Novas emoções. E não vem com aquele de papo de preocupação instantânea pra impressionar, seu tempo pra me impressionar da forma correta acabou, meio que evaporou. Atitudes impensadas. Vai, aprende a conviver com sua culpa do lado de lá. E não volta pra me contar como é não, se você consegue se destruir em 24 hs também consegue sobreviver ao seu caos de personalidade. Boa sorte!


terça-feira, 25 de outubro de 2011

Eu escrevo Pecados. Não Tragédias!

Saudade é sentimento? Sinto saudade. Nada mais. Apenas saudade.

Você observa, tenta ver as coisas de fora. Pensa e repensa. Pensa principalmente sobre como foi que chegamos até aqui? Nessa maldito silêncio perturbador e irritante. Orgulho que não se acaba, que não se destrói, que apenas nos destrói por dentro e por fora. Então por conseqüência de dias arrastados e silenciosos vem o costume da ausência, da perda dos diálogos engraçados. Até que finalmente nos reste o cruzar nos corredores como dois desconhecidos. Sem passado pra ser lembrado.

E a pergunta ressoa em alto. Mais uma vez: Como foi que chegamos até aqui? Pergunta sem resposta. Não há alguém interessado que deseje responder. E se há, parece estar tão fora de alcance, vivendo em um outro mundo distante do que vivemos. Essa abstinência insiste em não passar. Os reencontros precedidos de ansiedades já não são o suficiente pra retomar qualquer sentimento. De tudo ficou a ausência. Sempre a ausência. E claro, esses desencontros premeditados.

Tragédia chata, sem aplausos e sem mais vontade de encenar uma peça já ensaiada tantas vezes pelo mesmo ator. As falas já são batidas, não existe mais qualquer emoção a não ser para o seu próprio público de garotas figurantes cujo os rostos nunca são lembrados na manhã seguinte. Entende porque a última decisão é sempre se afastar? Sair de cena? Cada gesto idiota, impensado e absurdo contribuiu pra que todos os sentimentos morressem aos pouquinhos... Um por Um... E no final de todo esse espetáculo sobra apenas o teatro em silêncio e essa saudade.





quarta-feira, 14 de setembro de 2011

“Hang on, Be Strong”

"Hang on, be strong/ sometimes life can slip away/ "

Segure firme, seja forte / Às vezes, a vida pode te escapar


[Trecho de uma música composta por Bruno Gouveia do Biquini Cavadão.
Verso escrito na coroa de Flores do Biquini para o caixão do seu filho Gabriel]


sábado, 10 de setembro de 2011

Entre o Real e o Abstrato

Sou louca. No bom sentido. Tenho uma imaginação que trabalha involuntariamente e descontrolavelmente. Já mudei tanto, Mas tenho medo de tantas mudanças. Se me importo com a opinião das pessoas? Sim! Claro! Dependendo de quem está opinando e sobre o quê está opinando. Exijo qualidade e confiança da pessoa em questão! Tenho esse gênio forte, difícil, teimoso, desastrado e de vez em quando irrevogável quando toma decisões mesmo que precipitadas. Sou sincera. Exijo sinceridade igual. Não perdoo e nem aturo falsidade, deslealdade. E mentira. Busco ser uma amiga presente, animada e ouvinte. Não me prendo muito ao passado. Acredito: O que eu fui ontem e anteontem já é memória, escada vencida degrau por degrau. Conto sempre com o que eu sou neste momento, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro. Sempre aqui.

Tento ser, mas nem sempre sou forte, alegre, tenho fraquezas e de verdade concorde comigo: - Quem não tem? Superar derrotas e decepções é um aprendizado constante e acredite: Nem em uma vida toda estamos realmente preparados. Esse tempo de recuperação é muito relativo, pode durar anos, meses, semanas, mas só cada um sabe realmente quando está pronto pra seguir adiante. Trabalho minha mente e meu mundo nos mínimos detalhes. Faço o que posso, luto contra qualquer surpresa imposta pela vida. Sei. É inútil não é? Lutar contra a vida. Quem conseguiria? Mas como disse, faço o que posso. Sabe, me falaram uma vez e eu não acreditei que fosse verdade, mas TUDO passa. E pode confiar, passa mesmo. Palavra de escoteiro, se eu estiver mentindo pode me mandar um e-mail reclamando.

Lulu Santos já dizia: "Eu acho tão bonito isso de ser abstrato, beibe!" E quer saber? Concordo plenamente! Sei que a realidade é fascinante e surpreendente, mas fico com o abstrato. Meu abstrato! E sou feliz! E se só eu entender já vale a pena me sentir assim!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Eu Preciso Aprender


O Texto abaixo foi escrito por: Fernanda Mello
 
''Eu preciso aprender a ser menos. Menos dramática. Menos intensa. Menos exagerada. Alguém já desejou isso na vida: ser menos? Pois é. Estranho. Mas eu preciso. Nesse minuto, nesse segundo, por favor, me bloqueie o coração, me cale o pensamento, me dê uma droga forte para tranqüilizar a alma. Porque eu preciso. E preciso muito Eu preciso diminuir o ritmo, abaixar o volume, andar na velocidade permitida, não atropelar quem chega, não tropeçar em mim mesma. Eu preciso respirar. Me aperte o pause, me deixe em stand by, eu não dou conta do meu coração que quer muito. Eu preciso desatar o nó. Eu preciso sentir menos, sonhar menos, amar menos, sofrer menos ainda.

Aonde está a placa de PARE bem no meio da minha frase? Confesso: eu não consigo. Nada em mim pára, nada em mim é morno, nada é pouco, não existe sinal vermelho no meu caminho que se abre e me chama. E eu vou… Com o coração na mochila, o lápis borrado, o sorriso e a dúvida, a coragem e o medo, mas vou… Não digo: “estou indo”, não digo: “daqui a pouco”, nada tem hora a não ser agora. Existe aí algum remedinho para não-sentir? Existe alguma terapia, acupuntura, pedras, cores e aromas para me calar a alma e deixar mudo o pensamento? Quer saber? Existe. Existe e eu preciso. Preciso e não quero." Mas tudo está bem agora, eu digo: agora.  Houve uma mudança de planos e eu me sinto incrivelmente leve e feliz.
 



terça-feira, 21 de junho de 2011

O que sou?



Eu com meu enredo de complicações, e ele, como quem não quer nada. Eu lembro que ele me deu "oi" como quem não quer nada, me deu carona como quem não quer nada, me mandou baladinhas românticas como quem não quer nada e eu louca de pavor dele não querer nada até o fim.

Ele avisa que vem me ver com uma frase curta. Pensa em mim? Gosta de mim? Como assim? E nem pede com educação, o insolente já me liga no caminho. É esperto, sabe que se me der tempo, brecha e espaço, imagino um jeito de dizer não.

Ele segura meu rosto com as duas mãos e diz que vai indo. Vai logo! Some pra sempre! Não é assim? Não.

Diz que vai deixar saudade pra matar depois. Ele é esperto. Me injetou vida pra me matar aos poucos, em finais de semana homeopáticos.

Não dá pra ficar parado nessa vida. E agora não tem volta, justamente por não haver, de coração, uma ida.

Então me deito e coloco mais um travesseiro, pra não afundar o colchão e partir a cama com o peso do meu sorriso do tamanho do mundo.

Já não sei se sou gente, contradição, esquizofrênica ou pudim.

(Gabito Nunes)

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Você Não Se Quebrou

Por Gabito Nunes

Vasos chineses se quebram. Copos de cristal, ventiladores de teto, discos da Tina Turner, se estivermos com sorte. Pessoas nunca, a não ser quando esquecem de olhar os dois lados. Mas emocionalmente falando, não. Quem sou eu pra dar pitaco na sua fossa? Ninguém. Você levou um tombo e tanto, e pronto. Se machucou, ok. Dói, eu sei. Perdeu sua capacidade de amar, verdade. Ou não. Não existem verdades, apenas versões, na minha versão. Sei bem como funciona, quantas vezes já fui dispensado do amor. Muitas. Quis quem não me queria, amei quem enganava, compartilhei unilateralmente, acreditei no sonho hollywoodiano, me quebrei, levantei, desisti, contei mentiras, interpretei. Parece propaganda de telefone celular via rádio estrelada pelo Fábio Assunção, mas é só minha versão daquele trânsito caótico de um amor para outro.

Você não se quebrou, eu não me quebrei. Nascemos com a disposição natural para o amor. Falo por você e eu, não pelos bárbaros da história - Hitler, por exemplo. Sim, não conseguimos imaginar viver sem, sentimos saudade, choramos, compramos discos e livros por impulso, atravessamos sábados com calças de abrigo revisando filmes melancólicos - meus favoritos são "Um Beijo a Mais" ou "A Vida é Bela", produções genuinamente italianas, terra de gente que ama demais. Eu não estava quebrado, foi só uma interpretação, uma versão daquele ato final. Um sonho curto, ruim e mesquinho dentro do meu sonho maior, longo e aberto - apelidado de vida real, existência, a lucidez com suas esquinas e possibilidades. Eu não me quebrei, só atribui importância demais à oscilação momentânea da minha autoestima, valor demais a mim mesmo, pior, ao objeto dessa dependência psicologicamente física. Uma versão demasiado dramática do meu abandono. Fiz da minha vida uma ópera, um livro.

Você continua apto e aberto ao amor. A sede não seca. Se as coisas não aconteceram é porque não aconteceram. Pretensão sua achar que se fechou, que pode decidir, dirigir sua vida. Demita sua analista e olhe pros dois lados. Você só está perpetuando sua primeira experiência sobre o fim, cristalizando a primeira lágrima que caiu, como se tudo aquilo que acabou fosse realmente grande, infinito, definitivo. O amor te feriu como fere uma flecha sem velocidade e impulsão. Ela cai no chão, você junta e enterra no próprio peito. É pena que quer despertar no outro, no próximo, no amado que se foi? Ninguém tem pena de você. Basta nascer para começar a sofrer, tudo é impermanente, não se iluda. O amor é gasoso, invisível, lendário, metafórico, um sonho. E como todo sonho é insólito, não pode ser cadeado em algum outro lugar que não o coração.

Seu coração não quebrou, pelo contrário, é única coisa que ficou intacta. Ele está lá, esperando por outrem. Como o meu, que pulsa melhor que antes. Um dia vou despertar e voltar a me abraçar com a solidão, estou sabendo. Por hora, não. Amanhã. Hoje, sigo sorrindo, chantageado pela minha versão atual. Toda manhã meu sonho acorda dentro de outro sonho.


terça-feira, 7 de junho de 2011

Até Quando Esperar?


Espero dia-a-dia o momento de te encontrar.
Espero-te nos meus sonhos pequenos, nas minhas emoções maiores. 
No silêncio que no meio da tarde ocupa meu coração, um silêncio pesado, carregado de solidão. 
Espero-te não sei onde, onde eu possa te encontrar. 
Amo-te e não te espero, porque me dói te esperar. 
Posso ter você? Não posso... Por que não posso te procurar? 
Porque nas minhas noites de menina o vento vem me encontrar, porque nas minhas tardes de adulto posso chegar a te esquecer. 
Porque te amo com inocência... 
Porque te odeio sem piedade... 
Porque tudo pode se esquecer... 
Meu pensamento pode até esquecer, mas meu sangue não...
Eu não te procurei, você me encontrou. 
Agora eu te espero e você não vem me encontrar...

(Recitado pelo personagem Thomás na Novela Peróla Negra) 


segunda-feira, 18 de abril de 2011

Descumprindo Promessas

Você aí, que chegou sem querer e sem que eu quisesse... Que chegou sem pedir licença e saiu sem dizer tchau... Que tanto fez-se presente, mesmo que virtualmente, e cuja presença permanece, ainda que inconsistente...Você, a quem eu só queria esquecer, mas que, quanto mais eu tento esquecer, mais faço ter motivo pra lembrar... Você, que me exigia motivos, enquanto eu só via possibilidades... Você, que me estampava sorrisos, quando na verdade mais razoáveis pareciam as lágrimas... Você, que me restabeleceu o equilíbrio e me fez sonhar sem dormir... Você, que depois me tirou o equilíbrio e me trouxe de volta à realidade... Eu não precisava dar mil razões para que tivesse certeza de que vc poderia ser amado por mim... Ou melhor, não poderia. Mas era.

Ei você, que sabe bem quem é, mas que não vai saber que, mais uma vez, descumpri a promessa que fiz... A promessa que fiz pra mim, não pra você. A promessa de não mais escrever. Não mais escrever pra você. Agora, só pra mim. Ainda precisa perguntar por quê?

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Entre Dor e Nada. O Que Você Prefere?

Entre a dor e o nada o que você prefere?

Prefiro a angústia do erro a nunca ter arriscado. Prefiro a decepção da ingratidão a nunca ter aberto meu coração. Prefiro o medo de não ter meu amor correspondido a nunca ter amado ensandecidamente. Prefiro a certeza desesperadora da morte a nunca ter tido a audácia de viver com toda a minha alma, com todo o meu coração, com tudo o que me for possível. Enfim, prefiro a dor, mil vezes a dor, do que o nada...

Não há – de fato – algo mais terrível e verdadeiramente doloroso do que a negação de todas as possibilidades que antecedem o “nada”. E já que a dor é o preço que se paga pela chance espetacular de existir, desejo que você ouse, que você pare de se defender o tempo todo e ame, dê o seu melhor, faça tudo o que estiver ao seu alcance, e quando achar que não dá mais, que não pode mais, respire fundo e comece tudo outra vez.

Porque você pode desistir de um caminho que não seja bom, mas nunca de caminhar. Pode desistir de uma maneira equivocada de agir, mas nunca de ser você mesmo. Pode desistir de um jeito falido de se relacionar, mas nunca de abrir seu coração. Portanto, que venha o silêncio visceral que deixa cicatrizes em meu peito depois das desilusões e dos desencontros. Mas que eu nunca, jamais deixe de acreditar que daqui a pouco, depois de refeita e ainda mais predisposta a acertar, vou viver de novo, vou doer de novo e sobretudo, vou amar mais uma vez. E não somente uma pessoa, mas tudo o que for digno de ser amado

Fonte: artigo de Rosana Braga http://www.rosanabraga.com.br/

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Música e Meu Horizonte Distante! (Final)

Finalmente meus atuais 21 anos!
Entrei na onda da voz inconfudivel de Halley Willians da banda Paramore... a música Decode trilha do filme Crepúsculo fez a diferença quando terminei de ler o ultimo livro da saga, mas Paramore não se resume apenas em Decode, suas outras músicas como Brick by Boring Brick ou Playing God destaca o porque de tanto sucesso.
Jason Mras e a linda I’m Yours me faz querer sair da terra.
E o que falar do 30 Seconds To Mars??? Confesso que os conheci com a encantadora The Kill, trilha do Filme Invisivel, mas me coloquei aos seu pés com Close To the Edge (a letra é linda!).

Uau! Aqui reconheço que não é preciso ter identidade ou gosto musical definido,.. O que realmente faz com que eu ame a música é justamente isso, não preciso amar apenas um estilo, amo qualquer letra e música que falem ao meu coração, qualquer canção que marque um momento, não me importando se é um artista conhecido ou não, se é brega ou pop, se é um rock católico ou nacional... o que importa é que a música me fale, me toque e me marque! E que ao ouvi-la enquanto caminho na rua me faça fechar os olhos e viajar nas eternas lembranças de um horizonte distante.

A Música e Meu Horizonte Distante! (Parte 3)

19 e 20 aprendi a respeitar o sertanejo e isso se deve ao romantismo de Bruno e Marrone e a participação dele ao trilhar sonoramente a melhor parte da minha vida quando conheci o homem que atualmente amo! É como se ouvisse a voz de Bruno cantando “Sentir de novo o coração bater e a paixão acontecer, sentir vc, amar vc”...
Mas o sertanejo em minha vida não se resume apenas em Bruno e Marrone, conheci a poesia e as letras de um compositor talentosíssimo seja escrevendo canções ou textos muitos siguinificativos, seu nome? Victor Chaves da dupla Victor e Léo, ele é um homem lindo, mas não se resume apenas em beleza... o talento que tem é único e precioso e eu o admiro muitíssimo! Suas canções saem do coração e vemos a tradução de cada uma delas no olhar de quem canta seja como primeira ou segunda voz.
Através de Victor e Léo conheci a música de Paula Fernandes e sua maior composição pra mim é Meu eu em Você, sua voz absurdamente impregnate faz com que vc tenha vontade de escutá-la todos os dias... Recomendo a canção Sensações do novo Dvd.. me perco emocionalmente nessa letra e música.
A galera da faculdade trouxe os barzinhos da cidade e lá sempre estava presente o sertanejo universitário, preciso dizer mais??? Vivi momentos eternos ao som de voz violão... ouvi de tudo: Jorge e Matheus, Michel Teló, Guilherme e Santiago ( E daí se eu quiser farrear, tomar todas no bar, o que é que tem?)... Provei através dos barzinhos que pode sim exitir amizade entre professor e aluno (risos)... foram muitas cachaças e encontrei verdadeiras amizades nessa maluquice...

A Música e Meu Horizonte Distante! (Parte 2)

Legião é algo singular e insubstituível na minha vida... Se quiser entender um pouquinho de mim é só ouvir qualquer canção desse ilustre e talentoso poeta que entrou no meu mundo lunático e jamais fez questão de sair...
Mas escutei muito do nosso rock brasileiro, Barão, Frejat, Paralamas, Biquini Cavadão, Kid Abelha, Engenheiros ( Putz Engenheiros... “o que vc me pede eu não posso fazer”)... Capital Inicial (Incondicionalmente) O Rock escuto até hoje...
O Internacional??? Ahhhh meus preferidos são Aerosmith, Bon Jovi e Gun’s (os clássicos!)... Do Aerosmith fico com a canção Hole im My Soul; Bon Jovi fico com I’ll Be There For You e I Want You e Gun’s, bem acho que fico com a perfeita November Rain...
15 e 16 anos! Entra a fase clama da minha vida, o gospel de Aline Barros e Fernanda Brum...
17... Eeee volto ao meu amor, o velho Rock com a participação de Paulo Ricardo, pode??? Depois de um show memorável eu me rendi aos encantos de Diz e A Chegada, fora as antigas Tudo Por Nada (sempre achei que essa música falava muito de mim)...
18 aninhos... Aqui aprendi muito de tudo... E quem abençou essa trilha foi Catedral (Eu Amo mais Você do Que Eu e Tchau) e Rosa De Saron, Gulherme de Sá e sua voz rouca, uni o útil ao agradável aprendendo a louvar a Deus através do Rock Católico! Superei traumas seja na vida e no amor com muitos louvores do Rosa de Saron, o novo DVD ta simplesmente perfeito Horizonte Ao Vivo Distante... assino em baixo de Liberdade e Projecto Juno!
Ao Rosa um obrigada por me salvar!

A Música e Meu Horizonte Distante! (Parte 1)

Costumo dizer que música é tudo pra mim! Se eu pudesse viver disso....
Desde que me entendo por gente tenho uma trilha sonora pra cada momento e o mais engraçado é que essa trilha varia bastante e vai de Música Gospel (acredite), passando por louvores católicos (Rosa de Saron) até o Rock in Roll... Então nada melhor do que uma restrospectiva...
Tudo começa com meus incríveis 13 anos... Conheci o Rock Nacional... uma banda regional trouxe vida ao que chamo de “pré-adolescencia”, o vocalista com sua voz marcante e inesquecível e uma personalidade que jamais tornei a ver em alguém, a banda??? Chama-se Banda Essence e o vocalista Cláudio Néder, mais que apenas um vocalista, um amigo que por mais que esteja longe, sempre que preciso fecho os olhos e o ouço cantando Rainy Day, Tempo Perdido, Primeiros Erros e claro o hino da época 14-18 (Te dou o meu instinto agressivo e em troca espero o teu perdão), saudades da espera para entrar na idade dos 14 até os 18 anos... Com a Essence veio as minhas primeiras amizades verdadeiras... Ageila e Rayane... curtimos tanto, tanto... vestes pretas e olhos marcados com cor escura e assim conhecemos um mundo totalmente louco!
Com 14 anos minha trilha era Legião Urbana e essa ainda é até hoje! Renato Russo, um cara além de qualquer definição! Pai musical e inspiração pra mim, parte do meu crescimento prodígio. As músicas que me fascinaram não são tão conhecidas como Pais e Filhos ou Será, as que me fascinaram vieram da coleção de CDs da Legião que adquiri ao longo desses 08 anos, as músicas que fizeram me perder por Renato foram Acrilic on Canvas ( Dois), L’Aventura (Tempestade), Angra dos Reis (Quatro Estações), Um Dia Perfeito (Duplo)... Nossa eu ficaria aqui o dia inteiro citando nomes de músicas da Legião que me marcaram...

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pessoa Errada

Luis Fernando Veríssimo

Pensando bem, em tudo o que a gente vê, e vivencia, e ouve e pensa, não
existe uma pessoa certa pra gente.
Existe uma pessoa que, se você for parar pra pensar é, na verdade, a
pessoa errada.
Porque a pessoa certa faz tudo certinho.
Chega na hora certa,
Fala as coisas certas,
Faz as coisas certas,
Mas nem sempre a gente tá precisando das coisas certas.
Aí é a hora de procurar a pessoa errada.
A pessoa errada te faz perder a cabeça
Fazer loucuras
Perder a hora
Morrer de amor
A pessoa errada vai ficar um dia sem te procurar
Que é pra na hora que vocês se encontrarem
A entrega ser muito mais verdadeira
A pessoa errada, é na verdade, aquilo que a gente chama de pessoa certa
Essa pessoa vai te fazer chorar
Mas uma hora depois vai estar enxugando suas lágrimas
Essa pessoa vai tirar seu sono
Mas vai te dar em troca uma noite de amor inesquecível
Essa pessoa talvez te magoe
E depois te enche de mimos pedindo seu perdão
Essa pessoa pode não estar 100% do tempo ao seu lado
Mas vai estar 100% da vida dela esperando você
Vai estar o tempo todo pensando em você.
A pessoa errada tem que aparecer pra todo mundo
Porque a vida não é certa
Nada aqui é certo
O que é certo mesmo, é que temos que viver cada momento, cada segundo
Amando, sorrindo, chorando, emocionando, pensando, agindo, querendo,
conseguindo
E só assim é possível chegar àquele momento do dia
Em que a gente diz: "Graças à Deus deu tudo certo"
Quando na verdade
Tudo o que Ele quer
É que a gente encontre a pessoa errada
Pra que as coisas comecem a realmente funcionar direito pra gente....